Saúde arquitetural em M&A: como avaliar antes de fechar o negócio
Uma arquitetura doente pode inviabilizar a tese de uma aquisição. Veja como avaliar a saúde técnica de um ativo antes do fechamento e o que fazer com o que encontrar.
O que uma arquitetura doente faz com uma tese de aquisição
Uma empresa pode ter produto excelente, base de clientes sólida e receita crescente — e ainda assim ser um péssimo negócio se a arquitetura não suportar a integração ou o crescimento planejado.
Os cinco eixos de avaliação arquitetural
- Escalabilidade — o sistema suporta 5x o volume atual sem reestruturação significativa?
- Operabilidade — existe observabilidade, automação de deploy e runbooks de resposta a incidentes?
- Segurança — controles de acesso, gestão de segredos e histórico de vulnerabilidades tratadas.
- Manutenibilidade — cobertura de testes, documentação e ausência de "conhecimento tribal".
- Integrabilidade — existem APIs documentadas ou a integração exige acoplamento direto ao banco?
Usando os resultados na negociação
Os achados do due diligence técnico precisam ser quantificados: custo estimado de remediação, prazo, e risco de impacto no negócio durante a transição. Esses números entram na negociação como ajuste de preço ou condições de earnout.
Próximo passo
Avaliando a saúde técnica de um ativo em M&A?
A rune.dev conduz technical due diligence arquitetural com relatório executivo e estimativa de custo de remediação.
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