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Estratégias de deploy para reduzir o risco de cada release

Blue/green, canary, rolling update, feature flags — cada estratégia de deploy tem trade-offs de custo, complexidade e risco. Escolher a certa para cada contexto define a confiança do time em entregar.

rune.dev·DevOps & Plataforma
15 de março de 20268 min de leitura

Por que a estratégia de deploy importa

Deploy é o momento de maior risco no ciclo de desenvolvimento. A estratégia de deploy determina: qual percentual de usuários é afetado por um problema, quanto tempo leva para detectar um problema após o deploy, e qual é o custo e a velocidade do rollback.

As principais estratégias e seus trade-offs

  • Rolling update — substitui instâncias gradualmente. Simples, sem overhead de infraestrutura extra. Rollback é lento porque requer novo deploy. Padrão do Kubernetes.
  • Blue/Green — dois ambientes idênticos, um ativo. Rollback instantâneo (só mudar o load balancer). Custo: dobra a infraestrutura durante o deploy.
  • Canary — roteia um percentual pequeno do tráfego (1-5%) para a nova versão. Detecta problemas com impacto mínimo. Exige observabilidade madura para comparar métricas entre versões.
  • Feature flags — a feature está no código em produção mas ativada apenas para usuários selecionados. Desacopla deploy de release — você pode fazer deploy a qualquer hora e ativar a feature quando quiser.

A combinação que times de elite usam

Canary release para infraestrutura + feature flags para funcionalidades de produto = máxima segurança com mínimo de custo de rollback. Um problema de infraestrutura afeta 5% dos usuários antes de ser detectado. Uma feature problemática pode ser desativada em segundos sem novo deploy.

Próximo passo

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