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O custo de uma migração mal planejada em sistemas críticos
Migrações de plataforma são projetos de altíssimo risco quando planejadas sem rigor. Veja por que a maioria fracassa, quanto custa e como estruturar uma migração que não destrua o negócio.
rune.dev·Arquitetura de Sistemas
15 de janeiro de 20269 min de leitura
Por que migrações fracassam
A maioria das migrações que fracassam foram planejadas como projetos de TI, não como projetos de negócio. O escopo técnico está definido, mas o impacto em operações, contratos e clientes durante a transição não foi mapeado.
Os erros mais custosos
- Migração sem rollback plan — quando o caminho de volta não está definido, qualquer problema vira crise irreversível.
- Migração de dados sem validação — dados migrados incorretamente corrompem o histórico operacional.
- Corte abrupto de sistemas legados — dependências ocultas só aparecem quando o sistema antigo é desligado.
- Subestimativa de prazo — migrações de sistemas críticos levam o dobro do tempo estimado, em média.
O modelo que funciona: migração paralela e gradual
- Manter os dois sistemas operando em paralelo durante a transição.
- Migrar tráfego progressivamente — começando com 5%, validando, escalando.
- Definir critérios objetivos de promoção e rollback a cada etapa.
- Desligar o sistema legado só quando o novo demonstrou estabilidade em carga real.
Próximo passo
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A rune.dev conduz migrações de plataforma com metodologia de risco controlado e continuidade operacional.
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