Como comunicar risco de segurança para stakeholders não técnicos
CVEs e CVSS scores não comunicam risco para quem decide orçamento. Veja como traduzir achados técnicos em linguagem que gera priorização e investimento real.
Por que relatórios de segurança não geram ação
Um relatório de pentest típico lista dezenas de findings com CVSS scores e CVE IDs. Para um CFO ou CEO, esse documento é incompreensível. O resultado: o relatório vai para uma pasta e as vulnerabilidades ficam abertas.
A estrutura que funciona: Risco de negócio, não risco técnico
- Traduzir em cenário de impacto — "vulnerabilidade de autenticação" vira "acesso não autorizado a dados de clientes, expondo a empresa a multa de até R$ 2M pela LGPD".
- Priorizar por impacto financeiro — não por CVSS.
- Dar três opções — aceitar o risco, mitigar (com prazo e custo) ou transferir (seguro cyber).
O formato executivo
Uma página por achado crítico: o que pode acontecer, qual o impacto financeiro estimado, quanto custa corrigir, quanto custa não corrigir. Detalhes técnicos no anexo — para quem quiser verificar, não para quem decide.
Próximo passo
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