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Como comunicar risco de segurança para stakeholders não técnicos

CVEs e CVSS scores não comunicam risco para quem decide orçamento. Veja como traduzir achados técnicos em linguagem que gera priorização e investimento real.

rune.dev·Segurança Aplicada
18 de janeiro de 20267 min de leitura

Por que relatórios de segurança não geram ação

Um relatório de pentest típico lista dezenas de findings com CVSS scores e CVE IDs. Para um CFO ou CEO, esse documento é incompreensível. O resultado: o relatório vai para uma pasta e as vulnerabilidades ficam abertas.

A estrutura que funciona: Risco de negócio, não risco técnico

  • Traduzir em cenário de impacto — "vulnerabilidade de autenticação" vira "acesso não autorizado a dados de clientes, expondo a empresa a multa de até R$ 2M pela LGPD".
  • Priorizar por impacto financeiro — não por CVSS.
  • Dar três opções — aceitar o risco, mitigar (com prazo e custo) ou transferir (seguro cyber).

O formato executivo

Uma página por achado crítico: o que pode acontecer, qual o impacto financeiro estimado, quanto custa corrigir, quanto custa não corrigir. Detalhes técnicos no anexo — para quem quiser verificar, não para quem decide.

Próximo passo

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A rune.dev apoia CISOs e líderes técnicos a estruturar comunicação de risco de segurança para boards e comitês.

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